Sentindo, em voz alta
Acredito que o modo como o pensamento opera determina aquilo que sentimos.
Acredito que o modo como o pensamento opera determina aquilo que sentimos.
É certo que um evento traumático em si, traz-me consequências emocionais. E acredito, por que o vivo, que se desejo alterar as consequências emocionais de um evento, caminho de mão dada com a vontade de mudar a minha opinião sobre ele.
Eu sei que não sou uma produtora solitária e autosuficiente da própria experiência da minha vida, mas reconheço-me como cocriadora.
E sabendo que o conhecimento e as explicações, mais do que serem uma referência à realidade externa, são sempre autoreferências, ou seja, sempre definem o observador, parece me simples que, trabalhando o autoconhecimento, aprendendo a auto aceitação e aceitar os demais seres humanos como tão complexos quanto eu e semelhantemente falíveis, seja a chave da felicidade.
Sei que podemos escolher não ser escravos das nossas formas de pensar, sendo o primeiro passo para a possível mudança - a escolha!
Apenas muda quem escolhe!
Pergunta-te:
De que me serve pensar desta forma?
Já Shakespeare dizia:
“Não há nada bom ou mau, senão pensamentos que o fazem assim”.